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Salário do professor brasileiro é o segundo pior do mundo

Dados da Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico (OCDE) revelaram informações alarmantes sobre a realidade vividas pelos professores no Brasil. A média dos salários dos professores brasileiros, segundo o levantamento, é quase três vezes menor do que o valor recebido nos demais países mapeados pelo estudo.

Ainda de acordo com a pesquisa, denominado Education at a Glance 2014, o nosso País só fica à frente da Indonésia, onde os professores recebem cerca de 1.560 dólares por ano. Um professor em início de carreira que dá aula para o ensino fundamental recebe, em média, 10.375 dólares por ano no Brasil. Entre os 34 países membros da OCDE e seus 10 parceiros, a média salarial do professor é de 29.411 dólares.

Se os valores do rendimento de professores de diferentes países já são díspares por si só, a desigualdade é ainda mais sentida no valor da hora de trabalho comparado com o de outros profissionais. Enquanto outras categorias com curso superior recebem, em média, R$ 29 por hora trabalhada, o professor recebe apenas R$ 18.

Diante desse quadro, o Plano Nacional de Educação (PNE) diz que é preciso avançar na valorização e reconhecimento dos trabalhadores em educação, estabelecendo programas e ações que desenvolvam maiores oportunidades de crescimento pessoal e profissional aos professores e demais trabalhadores da educação.

Se quisermos modificar essa situação, primeiro temos que ter consciência desses fatos e torná-los públicos, o que já vem sendo feito por todos os profissionais da educação. Em seguida, lutar por investimentos não só em formação como na valorização do corpo docente brasileiro.

Em pleno 2015, nosso País ainda tem muito o que avançar na valorização dos professores. A remuneração da educação básica tem melhorado, embora lentamente. Há alguns anos a situação era ainda mais complicada. O salário do professor já ficou abaixo do salário mínimo. Era irrisório mesmo. E, infelizmente, ele ainda continua baixo. Os esforços para mudar essa situação ainda não foram suficientes.

Aprofundar e acelerar as mudanças nos nossos indicadores educacionais depende de esforços integrados de atores e instituições nas três esferas de governo e em toda a sociedade.

Tal questão, a da valorização, é vista como fundamental também para que os estudantes passem a enxergar a carreira de professor como uma opção profissional viável. Uma pesquisa recente realizada pelo núcleo de estagiários e aprendizes Nube perguntou aos estudantes se eles têm vontade de serem professores do ensino fundamental e médio e contou com a participação de 6.910 jovens. Desses, 40,08% responderam “não, é uma profissão cada vez mais desvalorizada”, e 19,69% marcaram a opção “já tive vontade, mas desisti pelas más condições”.

Infelizmente o cenário capixaba não é diferente dos demais. Por isso, o Sindicato de Professores do Espírito Santo (Sinpro/ES) está atualmente em negociação junto ao Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe) sobre a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que valerá para os próximos dois anos.

O valor atual do piso da categoria com jornada de 40 horas semanais é de R$ 1.697. Mas, se a definição do piso da carreira docente é visto como algo positivo, o seu valor ainda está abaixo do devido. Hoje, ele deveria estar em torno de R$ 2.380 se tivéssemos bons reajustes.

Entre as reivindicações estão a equiparação salarial, o pagamento de 25% sobre o valor do salário base para horas extraclasses, plano de carreira e o aumento no valor do tíquete-alimentação, que passaria de R$ 100 para R$ 150.

*Jonas Rodrigues de Paula é presidente do Sindicato dos Professores no Estado do Espírito Santo (Sinpro/ES)


 

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