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Educação infantil: a etapa mais importante e menos valorizada

Os primeiros anos da vida de uma criança são essenciais para a formação física e psicológica de cada uma delas. Por isso, por mais presente que os pais estejam dos filhos nesses momentos, o professor se torna uma peça fundamental que irá marcar a vida de cada novo aluno para sempre.

Apesar da importância da fase inicial da vida escolar e dos profissionais da área de educação infantil, ao longo do tempo, o destino dos principais investimentos das escolas são os ensino fundamental e, principalmente, o ensino médio. Isso ocorre por diversas razões, entre elas, pela crença de que o trabalho pedagógico nesses segmentos é mais complexo e de que há uma demanda mais clara das famílias e da sociedade por qualidade de ensino.

Enquanto isso, os profissionais que se qualificam e se dedicam a ensinar as primeiras palavras e conhecimentos aos pequenos alunos continuam na luta por melhores condições de trabalho e de remuneração. Em relação aos setores público e privado, diferente do que muitos ainda acreditam, os docentes da educação infantil atuantes no setor privado têm salário médio menor do que os que atuam no setor público.  No Espírito Santo a realidade não é diferente: o piso salarial da hora-aula de um professor da Educação Infantil é de R$ 6,35, enquanto um profissional que atua no Ensino Superior recebe cerca de R$ 25,38. Já o professor do Ensino Fundamental recebe R$ 11,60 por hora/aula.

O resultado da pouca remuneração e de escassas estruturas de trabalho são professores nas ruas cobrando reajustes salariais e, principalmente, uma equiparação de salário para todos educadores de todos os níveis escolares. Atualmente, os professores da educação básica reivindicam um INPC de reajuste e um outro INPC de ganho real. O índice recompõe as perdas inflacionárias pela média do ICV-DIEESE, INPC-IBGE e IPC-FIPE (5,3%).

 

Na luta pela garantia desse, e de outros direitos, os professores estão discutindo a nova Convenção Coletiva de Trabalho (CCT), que pretende equiparar os salários, reajustar o valor da remuneração recebida pelos professores pelas horas extracurriculares e aumentar o valor do tíquete alimentação. Sobre a equiparação salarial, a intenção da nova CCT é que, a partir de 1 de março de 2015, as instituições de ensino promovam a equiparação da remuneração dos professores da educação infantil até o 9º ano, - exceto escolas que ofereçam apenas a educação infantil. O documento com as mudanças foi proposto pelo Sinpro/ES e será discutido junto ao Sindicato das Empresas Particulares de Ensino do Espírito Santo (Sinepe) até que se chegue a um acordo até o final do ano.

Afinal, a escola de educação infantil é, muitas vezes, o primeiro espaço público com o qual os pequenos entram em contato. É nesse palco privilegiado da vida coletiva que eles se encontram com o conhecimento elaborado. É nesse espaço público que se pode valorizar a construção de repertório, o desenvolvimento do pensamento lógico e a formação de valores.

Sendo assim, para que se construa uma educação de qualidade, é urgente superar o nosso olhar e estabelecer coerência entre o que consta nos documentos oficiais e o que se realiza no ambiente escolar e valorizar o profissional que forma a base educacional de todos os outros profissionais existentes, dando estrutura para um trabalho digno e completo. Assim como é urgente acreditar na importância do investimento - humano e material - nas escolas de educação infantil.

 

*Jonas Rodrigues de Paula é presidente do Sindicato dos Professores no Estado do Espírito Santo (Sinpro/ES)

 


 

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