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A importância das Histórias

10/04/2010
 
Por Thais Helena Moreira
 
A maioria de nós, educadores, já teve que responder a uma dessas perguntas na aula:

- Para que serve a História?

- Porque eu tenho que saber logaritmo?

- O que eu vou fazer com isso? ...
 
Falando de Histórias, estudá-las pode nos ajudar a compreender o comportamento humano, a emoção contida em cada ato. Mas essa compreensão pode não passar do nível do conhecimento acadêmico e, por isso mesmo, pode não influenciar nossas decisões pessoais.
 
Acontece isso, sobretudo, quando se olha a História como um mero espectador. Mesmo que ela nos emocione, isso pode não ser suficiente para fazer brotar em nós a consciência de protagonista. Por exemplo, o que o Jerônimo Monteiro tem a ver conosco, além de ser o nome de uma avenida? Ele foi um dos governantes do Espírito Santo (1908-1912) que promoveu uma das reformas urbanas de Vitória (água encanada, luz elétrica, calçamento de rua, construção de praças), e, por outro lado, coordenou o despejo de várias famílias que moravam no Centro. Será que essas pessoas foram tratadas com respeito nesse processo? Será que nossos bisavôs estavam lá? (Aliás, qual é o nome das suas bisavós?)
 
Na mesma época, pouco tempo antes (1902-1906), na gestão do presidente da República Rodrigues Alves, o prefeito do Rio de Janeiro, Pereira Passos, também dirigiu uma modificação no espaço urbano da capital do país, que foi apelidada de “Bota Abaixo”, professando uma visão de engenharia “higienista” em vigor no início do século XX, importada da França. Os moradores dos cortiços do centro do Rio também foram despejados.
 
É, como dizia o filósofo alemão, Karl Marx, no seu trabalho, O 18 de Brumário de Luís Bonaparte(em alemão: "Der achtzehnte Brumaire des Louis Bonaparte"): a História acontece como tragédia e se repete como farsa. (Silvio Berlusconi foi reeleito na Itália, Collor é senador da República, Big Brother vai ter mais 6 edições...!?)
 
E você, caro leitor, fica se perguntando: - o que o Collor tem a ver com Jerônimo Monteiro, Rodrigues Alves, Pereira Passos e com a minha bisavó? Na verdade, na verdade, a História nos deixa com muitas interrogações e uma certeza: precisamos ser protagonistas de nossas histórias.
 

*Thais Helena é professora de História do Brasil e do Espírito Santo

thaisprof.es@terra.com.br


 

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